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ANUÁRIO DE ARQUITETURA 2013

O mar ins­pi­rou as linhas e volu­mes des­sa casa à bei­ra-mar, em Flo­ri­a­nó­po­lis, que pri­vi­le­gia um tra­ça­do arqui­tetô­ni­co de ambi­en­tes integrados.

Explo­ra­da em gran­de esca­la, a trans­pa­rên­cia é per­mi­ti­da pelo vidro tem­pe­ra­do inco­lor das esqua­dri­as de dupla altura.

No tér­reo, estar, jan­tar e cozi­nha uni­fi­ca­dos abra­çam a varan­da com churrasqueira.

Meza­ni­no, jar­dim inter­no e setor ínti­mo dese­nham o segun­do piso da casa, cuja com­po­si­ção de geo­me­tri­as orto­go­nais valo­ri­za a pai­sa­gem natu­ral do entorno.

A pis­ci­na em “L”tem a bor­da infi­ni­ta nive­la­da com a linha do oce­a­no ao fundo.

Aci­ma dela, o ele­gan­te per­go­la­do em balan­ço impõe-se como peça de com­po­si­ção plás­ti­ca e fun­ci­o­nal”, res­sal­ta Marília.

De por­ta aber­ta para exu­be­ran­te paisagem.

Do alto do mor­ro no bair­ro Cór­re­go Gran­de, em Flo­ri­a­nó­po­lis, esta casa impõe-se no con­do­mí­nio gra­ças a tra­ços e linhas limpas.

O esti­lo des­po­ja­do e ele­gan­te des­pon­tan­do uma estru­tu­ra de madei­ra que avan­ça sobre o pátio fron­tal. O inu­si­ta­do per­go­la­do cum­pri o papel de cober­tu­ra da gran­de pis­ci­na de bor­da infinita.

A arqui­te­tu­ra foi pla­ne­ja­da para estar inte­gra­da ao ter­re­no, cri­an­do con­di­ções de aco­mo­dar a famí­lia de um casal que, depois de 10 anos moran­do em Sal­va­dor, resol­veu come­çar vida nova na ilha de San­ta Cata­ri­na com a família.

Curi­o­sa­men­te, o tra­ça­do do pro­je­to teve como pon­to de par­ti­da a por­ta prin­ci­pal, peça esco­lhi­da pela pro­pri­e­tá­ria, fabri­ca­do com mate­ri­al de demolição.

Ade­qua­da ao ter­re­no, com decli­vi­da­de mui­to acen­tu­a­da, tan­to na fren­te quan­to em dire­ção aos fun­dos, a com­po­si­ção físi­ca do imó­vel é domi­na­da por super­fí­ci­es de vidro, solu­ção de esté­ti­ca fluí­da e que pro­por­ci­o­na ampla visão externa.

 

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