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ANUÁRIO DE ARQUITETURA 2010

Opor­tu­ni­da­de de viver bem.

 

Cada vez mais as pes­so­as bus­cam locais para viver com qua­li­da­de, que somam com­ple­ta infra­es­tru­tu­ra, dese­nho urba­no e arqui­tetô­ni­co atra­en­te, valo­ri­za­ção do pedes­tre e dos espa­ços públi­cos e equi­pa­men­tos pla­ne­ja­dos para aten­der a comunidade.

Diver­sas ini­ci­a­ti­vas de bair­ros com ocu­pa­ção orde­na­do e urba­nis­mo dife­ren­ci­a­do já são rea­li­da­de no Bra­sil. Com o pas­sar dos anos, elas são apri­mo­ra­das e tor­nam-se mais aces­sí­veis, adap­ta­das os novos con­cei­tos e neces­si­da­des para pro­mo­ção de qua­li­da­de de vida.

 

A arqui­te­ta Marí­lia Rus­chel, de Flo­ri­a­nó­po­lis,  com ati­vi­da­de pro­fis­si­o­nal em vári­os esta­dos do país, acú­mu­la expe­ri­ên­cia de 10 anos em pro­je­tos  arqui­tetô­ni­cos e urba­nís­ti­cos no seg­men­to de con­do­mí­ni­os horizontais.

 

Ela par­ti­ci­pou da expe­ri­ên­cia ino­va­do­ra e reco­nhe­ci­da, com  pre­mi­a­ções naci­o­nais e inter­na­ci­o­nais, a mini­ci­da­de, Vil­la Flo­ra Suma­ré, implan­ta­do em 1999 na região de Cam­pi­nas (SP) pela Cons­tru­to­ra e Incor­po­ra­do­ra Ros­si Residencial.

 

O empre­en­di­men­to rece­beu o prê­mio Mas­ter Imo­bi­liá­rio da Fiab­ci Bra­sil, con­si­de­ra­do o “Oscar” do setor no Mer­ca­do Naci­o­nal, na cate­go­ria empre­en­di­men­tos em 2007, e men­ção hon­ro­sa na cate­go­ria resi­den­ci­al do Prix D” Excel­len­ce, o mai­or prê­mio mun­di­al do setor imo­bi­liá­rio para obras cons­truí­das, ofe­re­ci­do pela Fede­ra­ção Inter­na­ci­o­nal dos Pro­fis­si­o­nais Imobiliários.

 

A segun­da uni­da­de do Vil­la Flo­ra foi lan­ça­da pela Ros­si Resi­den­ci­al em 2008 em par­ce­ria com a Spli­ce Desen­vol­vi­men­to Urba­no em Voto­ran­tim, no dis­tri­to do muni­cí­pio pau­lis­ta de Soro­ca­ba, ten­do em vis­ta o suces­so de Vil­la Flo­ra Suma­ré, enquan­to con­cei­to de um empre­en­di­men­to que pri­vi­le­gia qua­li­da­de urba­na, a segu­ran­ça, inte­gra­ção e res­pei­to a natu­re­za e sobre­tu­do o pri­vi­lé­gio do ser huma­no de viver em comunidade.

 

Depois de Suma­ré, a arqui­te­ta Marí­lia foi con­tra­ta­da para desen­vol­ver o pro­je­to arqui­tetô­ni­co do amplo pro­gra­ma de neces­si­da­des do Vil­la Flo­ra Voto­ran­tim, seguin­do a mes­ma con­cep­ção dos espa­ços urba­nos e arqui­tetô­ni­cos do empre­en­di­men­to anterior.

 

O escri­tó­rio Rus­chel Arqui­te­tu­ra e Urba­nis­mo, par­ti­ci­pou da cri­a­ção e tor­nou-se res­pon­sá­vel pelo desen­vol­vi­men­to dos pro­je­tos dos con­do­mí­ni­os, das tipo­lo­gi­as resi­den­ci­ais, do comér­cio, plan­tão de ven­das, por­ta­ria, clu­be e asso­ci­a­ção de moradores.

 

O empre­en­di­men­to está implan­ta­do em uma área de 435.000 m², onde foram pla­ne­ja­dos 24 con­do­mí­ni­os resi­den­ci­ais (tota­li­zan­do 2116 uni­da­des habi­ta­ci­o­nais), amplas áre­as ver­des, comér­cio, ser­vi­ços, cen­tro ecu­mê­ni­co, clu­be e infra-estru­tu­ra com­ple­ta e uma Pra­ça da Matriz.

 

Cada con­do­mí­nio inte­gra-se à topo­gra­fia, ofe­re­cen­do um dese­nho urba­no diver­si­fi­ca­do, onde as casas e os pré­di­os con­fi­gu­ram ruas, as pra­ças e can­tos, geran­do espa­ços de lazer e de con­ví­vio soci­al entre as pes­so­as. Um dife­ren­ci­al é a orga­ni­za­ção da vida em comu­ni­da­de a par­tir da par­ce­ria com a ONG Gira Sonhos.

 

O pro­je­to inclui a cons­tru­ção de casas gemi­na­das e de edi­fí­ci­os de até qua­tro pavi­men­tos. Bati­za­das de Andréia, Julia e Mari­a­na, as casas vari­am de 49 91 m². Todas tem quin­tais pri­va­ti­vos e podem ser ampli­a­das, obe­de­cen­do a tipo­lo­gia deter­mi­na­da para não des­ca­rac­te­ri­zar o con­tex­to do empre­en­di­men­to, diz Marí­lia, que bus­cou as refe­rên­ci­as na arqui­te­tu­ra ver­ná­cu­la bra­si­lei­ra para desen­vol­ver os pro­je­tos, assim como na arqui­te­tu­ra clás­si­ca, cri­an­do ele­men­tos de mar­ca­ção na esca­la urba­na. Com a vari­e­da­de de oito tipos de uni­da­des resi­den­ci­ais, o con­do­mí­nio aten­de não só o públi­co do pro­gra­ma Minha Casa Minha Vida, mas tam­bém o de mai­or renda.

 

As casas per­mi­tem ampli­a­ções em ambos os pavi­men­tos, pos­si­bi­li­tan­do a cri­a­ção de novos ambi­en­tes, como o espa­ço gourmet.

 

No Clube/Associação de Mora­do­res, serão uti­li­za­dos mate­ri­ais natu­rais como tijo­los a vis­ta, madei­ra, telha­dos com cerâ­mi­ca, gran­des super­fí­ci­es de vidros que esta­be­le­ce uma lin­gua­gem arqui­tetô­ni­ca con­tem­po­râ­nea e reme­tem o ser huma­no à sua ori­gem na rela­ção com ambi­en­te natu­ral e o construído.

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